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sábado, 21 de abril de 2012

mais de 24hs...


trancada no quarto escuro, as lágrimas escorrem, as musicas tocadas não deicham permanecer o silêncio, que me assusta por agora.
solidão - seria a palavra certa?
acho que não, está um tanto indecifravel oque ando sentindo, so sei que está me fazendo mal..
as vezes as pessoas, a pessoa, a cidade, a rotina, o tempo, eu, os vicios, a falta de força, o deichar remoer toda a dor .. seilá, as vezes quase nada, as vezes tudo, tão pouco, bem simples..
confusa, com medo.
chata, chorona, boba!
permaneço talvez por acreditar num futuro distante que até acontecer vai me causar tanta dor e tanta alegria.
na verdade, eu não sei mesmo se queria estar aqui, mas estou e as vezes não sei como agir, como fazer, pra onde correr..
me tranquei no quarto, mais uma vez.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

chorando, sorrindo ..


chega uma hora que o corpo pede descaço, chega uma hora
em que os olhos não mais conseguem ficar abertos,
 e a cabeça já dói de tanto pensar.
enquanto muitos acordam para começar sua rotina diária,
 eu hoje, agora, vou dormir, o sono dos justos que por
aê tentam se divertir durante a noite.
-sentada na praça a menina chamava atenção e sorria ao
se sentir livre, algo ainda estava pesado e difícil de se lidar,
 no entanto continuava sua busca..

quinta-feira, 19 de abril de 2012

eu busco.



eu busco tanta coisa, que as vezes penso que nada
vou conseguir.
o ser humano as vezes é assim, quer muito e nada tem.
aprendi a buscar o sorriso, e assim comecei a ganhar
tantas outras coisas...
e todas as outras virão.. pra mim, pra você.
pra quem buscar, ou pra quem souber buscar.

as vezes;


as vezes eu não entendo oque acontece.
vejo e não consigo enxergar oque está a minha frente, seja o bem seja o mal.
as vezes tudo parece confuso.
as vezes sinto medo, as vezes sorrio, as vezes choro, borro a maquiagem.
faço e desfaço, sou oque sou.
as vezes escrevo, as vezes ma calo, as vezes eu grito e imploro socorro, eu
eu falo a verdade, as vezes tento enganar a mim mesma, as vezes canto,
as vezes não sei dizer, ou porque dizer, no entanto como agora, digo: foda-se!

ontem...

o som da noite ,
que em quase
silencio invade.
a brasa do cigarro
já fumado queima
devagar no chão
onde sentada a
 moça está a
 pensar na vida.