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Bom dia, ou será Boa tarde, talvez Boa noite.
Esteja a vontade!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

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Noite a dentro tranqüila e envolvente, ouve- se o soar do vento e dos sininhos que vão de um lado para o outro.Corpo que encosta na parede branca e nua sente uma leveza confortável que ora some aos tremores da alma.
‘sem sofrimento,imóvel, sorrindo e ate flutuando’
Quase não fala, quase não sente,quase não quer sair dali. Levanta faz um chá, repetição do mesmo movimento até a ultima gota – leva a caneca até a boca e sente o corpo se aquecer – Nem está tão frio aqui dento mas talvez algo esteja prestes a congelar.

o fim para o começo.

Etapas vão sendo encerradas para outras começarem.
Um passo de cada vez, cabeça a mil tentando permanecer no lugar.
Saudade do que já se foi,medo do que estar por vir.
Ansiedade!
Uns correm,outros descem dos carros, chove e quase ninguém se importa, olham no relógio com ar de desespero.Ultrapassam barreiras na busca de um objetivo.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Lutando contra a sede de sangue,
corpo esticado tremendo de frio,
recuso as cobertas,quero a tortura de
estremecer o corpo, de judiar de mim.
Sei que ali na bolsa encontro válvula de escape,
derramo lagrimas abafadas pelo barulho da chuva.

crazy

O tempo vai passando e as coisas vão se modificando mas há algo importante que permanece aqui além da eterna vontade de viver.
Ando de rua em rua vejo a bola rolando,falo no boca a boca,comprimento de mão a manw,passo de ponte em ponto,sorrio olhando pros lados vejo de olho a olho – cara de liberdade -, repasso a alegria sonhos que sonham os loucos, briso na mesma vibe, faço a mesma pergunta, respondo indignada, solução de revolução.Viajo do mesmo jeito não ligo pro que não mereço.

um dia dificil


- difícil passar pro papel pensamentos como esse. 
Inquietação interminável eu sei.
Fotografando com o olhar e acumulando sensações #
Lá fora sentada, observando as pedras da rua, no meio fio é onde me pego olhando fotografias cheias de boas energias e amor.’
No degrau da escada, ouço a doce voz daquela pessoa que tanta falta faz.
Agora sentada no chão da sala, uma musica embala meu sentimentalismo, auto controle, lagrimas contidas – saudade, medo –
Como um pássaro preso!

Num momento de liberdade...

Dentro da sala de aula, espelhos,barras, musica, espaço... Todos dançam enquanto estou com a mão recostada no queixo.
– vou pra bem longe.
Penso num sonho alimentado pelo tempo,por momentos,projetos,pessoas,fotografias,exemplos. Um sonho que varias vezes pareceu impossível,inviável,fora de alcance,distante.
Ora parece tão aqui na minha mão,tão meu,tão certo e bonito, ora não quero pensá-lo.
Estar aqui me instiga,me aflige, como se eu estivesse numa zona de risco.
E me arrisco!
Afinal é isso que busco.