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sábado, 1 de outubro de 2011

olfato


- o seu cheiro me envolve quando sentindo bem de perto, ezalado por todo corpo.. chego perto do seu ouvido respirando profundamente fecho os olhos e te abraço forte, te sinto e estremeço. Aqui agora longe da presença física não paro de pensar em você,tenho uma peça de roupa que me aquece do frio e me faz sorrir ao sentir aquele cheiro que não sei descrever, é forte como se você estivesse aqui e me embriaga trazendo varias lembranças e sensações.

numa manhã

Disfarçando estar fazendo o exercício, de rabo’ de olho avisto o mestre da língua portuguesa, rasgaria essa folha se percebesse minha ousadia em da um miguê .
Arrisco!
Vejo lá fora carros descendo por um morro forte,transeuntes,casas,prédio,janelas,um céu azul e um sol radiante,talvez algum verde entre as construções...Parece calor,mas aqui sentada no canto as sala visto uma calça jeans e um largo moletom que me aquece e me traz um cheiro – cheiro de boas lembranças.
Meu corpo arrepia,sorriso de lado.
Ouço vozes conhecidas La fora no corredor.Ando desabafando aleatoriamente por ae, isso me faz bem.Sinto pessoas perto,as de sempre,as que quase se foram e as que vão chegando...
Tenho novos planos e medos e estou vivendo.. tanta coisa acontecendo. Cabeça fervilha e quase nada vai parar no papel – agonia –
Talvez eu esteja querendo guarda de maneira egoísta cada momento pra ao perde a emoção sentida.. ou talvez eu não consiga descrever.
Acontecem cosas boas e ruins – o sinal tocou e uma noticia ruim chegou num súbito susto deixando todos com feição triste.. a morte buscou alguém, e o clima mudou, conclusão de um consolo,um abraço,uma palavra,um olhar ...
Complexa nesse momento é também como vejo a morte.Fria,triste e vazia ...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Nirvana

E finalmente o vinho nos levou ao Nirvana! Os experientes e os novatos chegam ao mais alto nível. Cada qual brisando cada coisa, mas todos com o mesmo intuito, viajar na brisa ofegante que balança nossos cabelos!
É o mesmo vento que leva a maré de loucura e os pensamentos que vagam lentos num estado que talvez não entendemos.
Risos soltos, música e o barulho da sociedade que talvez um pouco nos assuste... Quando voltarmos ao mundo que se diz real. Mas agora não... a única coisa que compreendo é que longe daqui é onde estamos.
A brisa leve vem voando solta ao vento, transpassando o verde vibrante da árvore alegre, e também o marrom frio da árvore seca. No centro desse espaço é onde estamos, o limite entre a loucura do Nirvana e a lucidez dos galhos secos e móveis. A respiração palpitantemente aliviando é a marca, a marca do início, a marca do fim.

                            Escrito com:      -Thales Diniz (http://thalesdiniz.blogspot.com/)
                                                    -Saraah.D      (http://saraahd.blogspot.com/)