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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Precoce

enfim...

desesperado desabafo

Parei de escrever aqui e até hoje não sei direito porque.. só sei que sinto uma falta danada dos textos ruins' que escrevi só pra desabafar alguma coisa.
Hoje resolvi logar e vamos ver oque sai dessas mãos que tremem.
Explosão de sentimentos, sufoco e grito rouco preso na garganta.
- Eu a fitava e nada conseguia dizer.
Aquela menina boba, chorona e assustada com o mundo em que vive, sabe bem oque quer e enfrenta seus medos, matou e mata todos os monstros que aparecem no seu quarto. Amadureceu.
Amadurece a cada dia.
As vezes se sente fraca e desacreditada mesmo tendo certeza de tudo que pensa e diz..
- As pessoas a cada dia que passa me deixam mais desmotivada.
É dia e logo já é noite, tampouco que parece muito aconteceu e ainda tem um vazio aqui..
- Preciso de estar as vezes sozinha comigo mesma e minhas coisas, no meu canto. 'No meu mundo' como diz minha mãe que por sinal estou com saudades.
Parece até estranho, já que a mania é esconder as dores, mas hoje deitaria no colo daquela mulher que mais a ama e quem mais ama nesse mundo e choraria lagrimas de dor sem dizer si quer uma palavra..
- Mas a mãe ta longe e ela nunca entende, se desespera ao me ver com essa cara toda amassada cheias de lagrimas e soluços.
O braço coçou, a testa enrrugou as lágrima caiam, eram muitas e quentes, escorriam pela pele branca e fria lavando o vermelho que ficou após se encontrar deitada no chão sentindo seu corpo formigar e uma leve vertigem tirar sua consciência do ar por um instante.
- Tenho medo de mim mesma as vezes.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

coração bobo falano

O amor está no ar...
sorrisos soltos, tão sinceros.
beijos!
O corpo leve como o ar querendo dançar naquele campo verde...
havia um lindo sol que brilhava junto a aura da bela menina,
que junto ao amor se senti bem,
perto também dos amigos gozava o prazer de viver.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Procura-se

Procura-se
Roupas "diferentes', bonitas.
que tenham a minha cara..
baratas ou de promoção.
Brechos ou lojas espalhadas pela cidade.
Compradas ou ganhadas.
Consumismo?! talvez as vezes.
necessidade todos temos.
Troca - ao chegar algo novo no quarda-roupa doar
algo que não esteja mais em uso. Revirando as gavetas 
e os cabides sempre encontramos ago que possa ser doado.
Espelho - sentir-se bem com a roupa.
Perdida e emplogada no meio da diversidade, panos e peças variados.
Procura- se Roupas de frio.
O inverno aqui é torturante.

por aê

Era noite , neblina baixa, som alto.
vento gelado que toca minha face quente que estremece meu corpo.
arrepia a alma e a faz querer flutuar.
e talvez flutue..
solta pela noite.
paira no ar a neblina, e as luzes da cidade se desfocam.
somente as luzes vermelhas se sobressaem.
vermelho, vermelho sangue que corre e escorre.
árvore, galhos secos, chão de terra, alto, longe e tão perto...
perto daquilo que trazia a paz.
olhar pra lá e ver tudo se acabar e tudo começar.
sentir.
sentindo, sorrindo com o olhar.
se envolvendo, deixando envolver pelo momento.
se entregando sem medo, sem receio.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

saudade


mas que saudade que bate da casa de mãe, do almoço de domingo, de ficar deitada vendo tv ganhando cafuné, da escada e o sol, da cachorrinha de estimação, até daquela rua barulhenta onde as crianças brincam, o homens bebem no boteco da frente e as pessoas falam mal da vida alhei, daquela cidade onde tanta coisa eu vivi, da familia..
mas que saudade que bate dos amigos, da cachaça com suco na praça, dos jogos, das brinadeiras, pirações e até das tensões. Das quebradas, dos rolé durante a tarde, do por do sol visto da grama daquela escola, do fim de tarde na linha do oeste, da estação, dos finais de semana que nada se tinha pra fazer e agente se reunia e se divertia, da viola, do reggezinho, do bom rock and roll, de cada maluco, dos abraços e beijos, dos irmãos, da volta pra casa sozinha pela ponte seca, do pastel, o cachorro quente no Mário, o hamburguer na sanduicheiria, da casa da galera, da mocilha nas costas e os miguê, das converssas jogadas fora ...
mas que saudade que bate do colégio, dos corredores, do pessoal da sala, do recreio, os tios, a merenda, a rampinha, as aulas matadas, as boas aulas bem aproveitadas, dos bom dia, os manw', da arvore, a grama, das doidera, do final da aula, o cursinho, as manhas, as noites, do bairro das mansões, dos rolé, da pracinha, o ponto de onibus, as caronas, o cemiterio, o bar do tio, o teatro, a sala de aula do ensino médio, dos amigos ...
mas que saudade que bate da vida que lá ficou, de tantos detalhes, de tantas pessoas.
- olho ao meu redor e quero pegar a mochila colocar nas costas e ir embora pra lá, pra aquela vida.E as vezes vou e tudo está lá, tão lindo reencontrar a familia, os amigos, ir naqueles mesmo lugares fazer aquelas mesmas coisa,. agora com aquela sensação gostosa de saudade matada, uma alegria uma louca, presentes, simplicidade que faz toda diferença.

na noite de terça

perseguição, alta velocidade, luzes vermelhas, gaita, rap, telefone, escuro, tensão..
'pode cre, ja era (8'
aquele lugar era conhecido, aquele rosto lembrava alguém proximo mas tão distante..
'bé bonita, seu baton vermelho toque fatal (8'
você me entende?
voltas, ruas e ruas.
- oque eu to fazendo aqui mesmo?
desliga #02:42
realidade, sonho, outro mundo, surreal, lindo, meu* ou não.
pessoas, desconhecido gente boa que empresta o esqueiro e pede um cigarro no sinal.

interior particular


aquele canto da casa, que tem sua cara, que te conforta.
aquele cantinho desse canto que você mais gosta.
detalhes que so você conhece, marcas deixadas por você, enfeites, pedras, incenos, tapetes e almofadas, fitro dos sonhos, pinduricalhos, pelucia, caixas, caixotes, colcha de rede, bolsas, cortina, mobili, mala velha, chinelo, mochila, cone, lampada, livros, fada, reggae, fuxicos, garrafa, pepelzinhos, cds, borboleta, perfume, latas decoradas, musica, joaninha, cacto, roupas, faixas, boinas, arcos, maquiagem, travesseiros, cobertas, boneca, mascara, calendario, lua e estrela ...
interior particular,
altar particular,
meu canto,meu cantinho, minha casa, meu quarto, meu tapede no chão...
-sentada reperava o lugar, se sentia bem, sorria.Era confortavel e quentinho.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

!?

E derrepente tudo fica estranho, tudo muda a todo momento.
Um minuto após o outro nada mais pode ser como foi um dia.
E tudo confundi e tudo dá medo, e tudo faz sorrir, faz chorar – e tudo pode ser talvez –
e vai indo embora as perguntas, as respostas e vontade de explicar, de entender...
vida alheia , vida vivida - mal interpretada –
minha vida, vida vivida – mal interpretada –
cadê o sentido da palavra que procuro, da palavra que vc diz ?


ligando pra você

' do que você tem medo não sou nenhum brinquedo que pode se quebrar'
tudo foi acontecendo, desde o inicio fugindo do nosso controle.
e se pudessemos voltar atraz, lá onde tudo começou, quando te vi pela primeira vez, de costas de mãos dadas com outro alguém, nem ao menos sabia quem era, mas quis tanto converssar contigo, conhecer sua voz, teu jeito de falar, estar perto do teu olhar, sentir teu cheiro, seu beijo..
lá onde nossos olhares se encontraram e se desejaram, se pudessemos voltar na primeira converssa, no primeiro beijo, naquele banco da praça...
fariamos diferente?
estariamos aqui hoje, como estamos?
são tantas perguntas...
'vou te ligar e te dizer que sinto falta, enlouquecendo ouvindo sua voz dizer' ... qualquer coisa que seja...
- ei , so queria dizer boa noite, tchau!


an?


feito louca, socando a parede, querendo quebrar o quarto, pular pela janela.
tampei sem ver pelo quarto almofadas, ursos de pelucia, cobertas arrastadas, blusa rasgada, segurei forte a caneca de café que ja estava frio, enchi o cinzeiro, recusei o remedio para dor de cabeça, escrevi e escrevi, chorei de soluçar, me arranhei e puxei os cabelos com força, desejei o sangue, quiz me cortar de canivete, viver e morrer.
revoltada, feito adolescente, menina boba.
sofrendo feito mulher, feito quem tem coração que bate por um alguém.
- preciso parar com isso, essa frieza não me leva a nada a não ser pra mais encolhida no fundo do poço.
fingir e sorrir!  - ninguém lá fora precisa saber oque se passa aqui dentro, do meu quarto onde passo horas lamentando, aqui dentro do meu coração que sangra e deseja parar de bater, no entanto escrevo e compartilho minhas aflições e bobeiras. Eu sempre fui assim, eu sempre precisei falar, sobre oque penso, oque sinto, oque acho disso e daquilo..
mas não leve tudo tão a serio, as vezes eu não falo coisa com coisa e nem me intendo que dirá você ... se quer um conselho: nem tente, nem eu nem você precisamos disso.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

conselho de uma amiga


" Espera passar menina, tudo passa, a dor passa, a solidão vai embora.
Espera que a felicidade vem, é so da passagem pra ela entrar.
Não se feche, não se esconda.
Abra um sorriso nesse rosto e siga em frente, o mundo gira e o que é bom volta."  
                                                                         
   ( Florzinha linda Roberta Presotti, obrigado *-*)